

A gaivota que voa ligeira
Bailando por céu anil
Não sabe de minha cegueira
Nesse veneno sutil!
Amor que me encharca o peito
Rebentando feito mar
Já se tornou meu defeito
Conjugar o verbo amar!
O mar que afaga a praia
Não me escuta o coração
Me fere como arraia
O assopro de sua canção!
Não sabe o sol no poente
A saudade que me invade
Deixa a areia inda quente
E meu peito em tempestade!
A noite sim me completa
E me traz inspiração
Afinal só sou poeta
Contando estrelas no chão!
Santaroza

12 comentários:
e gostava tanto de estar aí nesse belo lugar poetando com minha Amada!
grande abraço
jorge vicente
Que beleza de fotos e de poema.
Bem-haja
Mer
Lindo mar, uma gaivota voando e um poema muito bom.
beijos
...As gaivotas me remetem a um passado não muito distante, Eduardo, quando eu lia, relia e 'trelia' Fernão Capelo...
Desde então, iniciou-se uma paixão maravilhosa e duradoura por elas, que chego a pensar que todas são como aquela chamada Fernão, espiritualizada e linda, esfuziante e perfeita!
É muito lindo esse poema.
Querido, fiz uns cartões de Natal e gostaria muito que aceitasse retirar um para você.
Estão nos 'botões'...
escolha um, que vai me dar muita alegria, e se preferir não postá-lo, fico satisfeita igualmente, meu amigo!
Que seu Natal seja Santo e Feliz, é tudo que lhe desejo, junto de sua linda família...
Um grande abraço!
Poema maravilhoso.
Uma leveza que nos transporta em sonhos de amor e paz .
Beautiful words and fantastic shot !! What a great post !!Unseen Rajasthan
O mar não nos ouve, a gaivota não entende, o sol nos desdenha!
Contemos com o amor do peito e que isso baste!
Beijo
=)
aiaiaiaiai
gosto de te ver, estas fotos são de encanttar, a gaivota é uma alma gémea e o todo o poema
e lindíssimo!
beijinhos
Caro Eduardo,
Gostei muito, lindo!
Continue muito apaixonado que isso se reflecte na poesia que nos oferece. Tão doce, tão bela!
Abraço
Ná
Olá Eduardo, eu estava saudosa de vim neste seu espaço ver suas fotografias e ler boa poesia que você sempre posta, como amo o mar, aqui me sinto em casa, vez que vivi ai em Floripa 23 anos, e hoje aqui em Balneário Camboriú a 10 anos.
Lá no meu cantinho, tem Natal para os amigos,
Efigênia Coutinho
Boa noite, Eduardo!
Amei as fotos e tive uma grata surpresa de ler um poema de Santaroza! Conheci os poemas dele átravés do orkut, anos atrás e apreciava muito. E fiquei felz. Obrigada.
Carinhoso beijo
tienes unas preciosas fotos unos versos maravillososy tu hija Tayna en guapisima
Felices fiestas
un abrazo
Marina
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