sábado, 24 de abril de 2010

IDENTIDADE


Sou assim…
Sou casa em ruínas, abrigo de estrelas
Paisagem deserta, nascente de rio
Sou capa, sou xaile tremendo de frio
Sou espelho e vidraça das tuas janelas
Sim, eu sou assim…
Um Ser de silêncio, fiel companheiro
Que acalma e que beija a alma que dói
E em mudas palavras, se dá por inteiro
Semeando gritos que o vento destrói
Sou...
Sou amarra, sou asa
Sou contradição
Sou nuvem que passa
Sempre em solidão

Maria João

8 comentários:

tossan disse...

Esse(a) Maria João é um poeta(poetisa e tanto e você é um fotografo fantástico! Abraço

Lou Alma disse...

Belo este poema como as tuas escolhas, lindo, beijos, boa noite. =)

Sonhadora disse...

Eduardo
Lindo como sempre.
Deixo o meu carinho e um beijinho.

Sonhadora

Luis disse...

Amigo Eduardo,
Belo poema e como sempre bem acompanhado por belas imagens.
Um óptimo fim-de-semana.

Multiolhares disse...

Um poema de encher a alma e fotos a condizer
beijinhos

Rosa Carioca disse...

Tudo lindo, para variar rrsrsrs.

as-nunes disse...

Olá Eduardo

Vim aqui aportar nas velas do Tozé.

Gostei dos ares que se respiram aqui.

Voltarei, a não ser à falta de vento!...

Abraço
António

Sél disse...

Belo poema, me identifiquei rsrs
E "está" logo no dia do meu aniversário!^^

Ele baixará âncora em outro refúgio... no meu! rsrs
Abraços Eduardo
Ótimas letras ilustradas com belíssimas fotos.
Bom fim de semana prá vc.