terça-feira, 21 de setembro de 2010

BRISA DO MAR

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Passaste, não vi
te senti e não percebi.
O que era afinal?
Não sabia...
Não podia saber.
Senti o amor no ar,
querendo comigo falar
não ousou porém.
Pequenino se encolheu
menos que um botão
de rosas miudinhas
e me olhou novamente.
E senti de novo aquele arrepio.
Olhei e nada vi
nada senti.
Resolvi parar,
para poder entender
o que me acontecia.
Era ela de novo
amiga, benfazeja e amorosa
com todo o carinho para
simplesmente me dar...
Era a brisa do mar!

Eda Carneiro da Rocha

5 comentários:

Luís Coelho disse...

Bom dia Eduardo
As fotos são novas e maravilhosas com esses rios de água cristalina e esse verde dos montes.
No final do poema aparece o mar. Só podia ser o mar depois se sentir a brisa a roçar o rosto distraído num poema tão formoso, tão cheio de sensibilidade.
Diminuiu as postagens mas melhorou a qualidade.

"Cantinho Poético" disse...

Não deixe ser
Noite em setembro
Brilhe os sonhos
- aqueles nossos –
Ao menos até dezembro

Ruth Maria Perrella

Bom dia.....Beijos Meus! M@ria

"Cantinho Poético" disse...

Não deixe ser
Noite em setembro
Brilhe os sonhos
- aqueles nossos –
Ao menos até dezembro

Ruth Maria Perrella

Bom dia.....Beijos Meus! M@ria

A. João Soares disse...

Belo poema em que a brisa tal como o amor surge como um sentimento, uma sensação mal definida e que depois de lhe prestarmos a devida atenção toma valor concentra as nossa atenções produzindo o enlevo que leva ao sonho à poesia.

Um abraço
João
Do Miradouro

Nanda Assis disse...

suas imagens são de encher os olhos.

bjosss...