sábado, 29 de outubro de 2011

 Devolvo-te as flores que,
escondido enquanto a noite
enchia-se de estrelas
e tu de sonhos,
roubei de ti
para me perfumar,
Jardim Perfumado que és.
E agora,
já perfumado de deusas,
devolvo-as
com o néctar
que emprestei
das abelhas rainhas
e com os beijos meus,
cuja fórmula doce
aprendi com o beija-flor.
Devolvo-as sem mais nada.
Apenas
espero que o silêncio
acomode-se entre os vácuos das palavras
e os sentidos as transparentem

Oswaldo Antônio Begiato

3 comentários:

Jane Sorgetz disse...

Adorei o teu blog pois adoro poesias !!! Parabéns...Jane

tossan® disse...

Eita fotos bonitas! Obrigado amigo Eduardo por aparecer,. Fiquei preocupado, mas agora não. Parabéns pelas fotos e a escolha do belo poema! Abração

Aikatherine disse...

Koira tietää, minkä tuuli on vienyt se katoaa. Koira tietää kun isäntä viheltää se tulee luokse kuin nuoli. Rakkaus on samanlainen. Kiertolainen, kuka antaa paljon myös paljon saa. Se jolla on sille annetaan ja jolla ei ole , siltä otetaan pois se vähäkin mitä on. Kenellä on ymmärrys tämä on Jumalan sana