terça-feira, 13 de abril de 2010

SONHO INFINITO


Eu poderia ter sido o vento
Ou ter tocado sua alma,
Poderia ter vindo de dentro
Pra te bulir, te fazer reagir,
Poderia, talvez,
Ter amado mais,
Se amar mais fosse possível.
Poderia ter sido o anjo esperado
Ou o amor manhoso
Que te tirasse dessa inércia,
Desse estado doloroso.
Mas sendo eu uma brisa,
Tão longe,
Sem as asas de um anjo,
O que me sobra é o amor,
Que, astucioso,
Cheio de artimanhas,
Possa talvez te devolver
O sol de uma nova manhã.

Letícia Thompson

9 comentários:

tossan disse...

Lindo poema! Gostei muito! Das fotos nem vou dizer que estão fantásticas...Não digo. Abraço

Baraçal-press ® disse...

É uma celebração de boas vindas a você que o pássaro presta. Ótimas fotos parabéns. Abraço

direitinho disse...

O poema é muito bonito mas seria ainda mais se fosse conjugado no presente (hoje e agora)
Sou o vento que te toca na alma, te afaga o rosto......
Poderia ter sido e não foi....

HSLO disse...

Mais uma bela escolha sua...um divino retrato da sensibilidade humana.



abraços


Hugo

gaivota disse...

lindas garças, boas fotos e maravilhosso poema!
direitinho à sensibilidasde mais aconchegante...
beijinhos

Sonhadora disse...

Eduardo
Lindo como sempre.
Deixo um beijinho

Sonhadora

Zilda Santiago disse...

Muito bom!!Gosto muito da Letícia.Tenho lido vc no buzz,e ando meio sem tempo por conta do trabalho no centro que reiniciou.Bj no coração.

Multiolhares disse...

Que algo pode ser mais belo que a brisa do amor
beijinhos

E.Rakowski disse...

Um doce querer... o amor!!!






Saudades daqui.
Um abraço.