domingo, 4 de dezembro de 2011

MAIS NINGUÉM

Mais ninguém te vai amar…
Como eu te amo.

Caminho sem olhar para trás,
Na minha face correm lágrimas de maresia,
E o meu coração pinga sangue salgado de saudades,
Neste momento de partida para o tempo que nos separa.

Vem á memória o dia que te conheci,
Quando mergulhei no teu olhar de mar,
A minha alma se abria na pronuncia do teu nome,
Os meus lábios secavam de desejo dos teus.

Caminho sem olhar para trás,
Os sonhos voltam a marcar os meus passos,
Na distancia que falta percorrer para chegar ao mar,
Só o oceano de águas azuis da Praia da Leirosa,
Pode preencher a tua falta ao meu lado.

Outra despedida com vontade de voltar de novo,
A coberto de uma ventania de palavras num abraço único,
O sol quente testemunha do amor de dois amantes,
E o mar calmo poço dos nossos segredos.

Mais ninguém te vai amar…
Como eu te amo.

osaldanossapele.blogs.sapo.


3 comentários:

Luís Coelho disse...

Olá Eduardo
Bom dia e bons poemas.
À muito que se deixou destas lides e tanto que eu gostava de o encontrar. Este é um poema onde o sal ainda está fresco e o amor ainda vivo.

Ninguém ama o nosso amor como nós o amamos. o vemos, o idealizamos e o construímos....

Um dia tudo acaba e os sonhos desmoronam-se

Aníbal Raposo disse...

Olá Eduardo.
Lindo poema que já vivi. Abraço.

Lídia disse...

LINDAS IMAGENS, LINDO POEMA!!!
PARABÉNS!!!
MUITAS FELICIDADES!!!

1 BEIJO LÍDIA